fbpx
Arquivo do Autor

Novidades 2017 na PH Resultados

Postado por geovani em 11/nov/2016 - Sem Comentários

A Companhia Gourmet, parceira educacional da PH Gestão para Resultados oferece cursos de gastronomia em formato exclusivo onde os alunos, em aulas 100% práticas, tem contato com o universo da culinária desde a seleção, preparo, montagem e finalização dos alimentos. Os temas são especialmente elaborados com foco na sustentabilidade, sazonalidade e aproveitamento integral dos alimentos, tornando cada aula inesquecível!

Entre os campeões de audiência:

Cozinha Ogra – O sabor que vem do osso
Curso para os carnívoros de plantão, onde as preparações envolvem pernil de javali, costelão de boi, ossobuco e muito mais.

Massas artesanais, frescas e recheadas.
Delicioso curso onde são preparadas as massas, recheios e molhos a modo italiana.

Culinária para Amigos
Este curso é pra arrasar em casa onde é abordado um menu completo (Entrada, Prato Principal e Sobremesa).

Sanduíches Gourmets, preparado passo a passo, desde os pães, as carnes, acompanhamentos e as finalizações.

Entre nosso público os amante das panelas, cozinheiros de fim de semana, amadores, profissionais.
Os cursos tem perfil de curta duração, sendo realizados em no máximo dois dias (8h/aula).

Os alunos são recebidos com total carinho por nosso professores e chefs, e recebem material didático, aventais e toucas para preparação além de certificado ao final de cada aula.

Vagas exclusivas sempre preenchidas.

NOVIDADES – 2017
Curso de Cozinheiro – 4 meses de duração, aulas em horários flexíveis.
Curso de Eventos – Voltados para gestão e planejamento de eventos gastronômicos.
Feito para você que quer se aprofundar, de forma concreta, no universo da gastronomia.
Não fique de fora!

Importância do atendimento ao cliente

Postado por geovani em 11/nov/2016 - Sem Comentários

Satisfazer os consumidores pode ser compreendido como uma ajuda aos consumidores no sentido de resolver seus próprios problemas, a saciar seus desejos e necessidades, pois o cliente fica satisfeito à medida que a organização supre os seus desejos e necessidades. Segundo Engel (2000), a satisfação dos clientes “é definida como uma avaliação pós-consumo de que a alternativa escolhida, pelo menos, atende ou excede às expectativas”. Para tanto é preciso que a empresa como um todo se volte para o cliente, isto é, que a organização e seus aspectos físicos e de atendimento venham ao encontro do bem-estar e da satisfação do cliente. Por um lado o cliente tem necessidades e por outro a empresa busca satisfazê-las.
Analisar a satisfação dos consumidores é uma forma de conhecer o ambiente de mercado, visto que é preciso conhecer os pontos fortes e fracos da organização, as opiniões e as atitudes dos consumidores, e as tendências; políticas ou sociais do mercado.
As organizações têm que satisfazer as necessidades dos consumidores, e não apenas produzir mercadorias, precisam sempre estar atentas às constantes mudanças do mercado; para isso, é preciso monitorá-lo e conhecê-lo, para assim conseguir posicionar os seus produtos de forma eficaz. Por intermédio do monitoramento direto, uma empresa pode ter noção melhor das expectativas dos consumidores, seu nível de conhecimento e sua disposição de ser treinado, ou mudado. E, assim, agir ou responder rapidamente, com o objetivo de desenvolver consumidores satisfeitos.

Cuide do seu cliente

Postado por geovani em 11/nov/2016 - Sem Comentários

O mercado vive um momento em que os produtos de variadas marcas e segmentos são cada vez mais parecidos. Com tanta semelhança entre produtos, como manter a marca e como manter a empresa atuante nesse mercado? Como atrair e reter clientes?
Hoje, para uma empresa se manter no mercado, ou seja, para liderar o mercado, para ter sua marca lembrada positivamente, é preciso ter um diferencial, e o principal diferencial é a forma pela qual essa empresa cuida do seu cliente, sem ele o negócio estaria fadado à derrota. Uma empresa que não cuida bem do seu cliente é uma empresa suicida, sem ele a mesma morre.
Atrair o cliente até o negócio é relativamente fácil, com uma boa campanha publicitária, um bom marketing se consegue este resultado, porém, como fazer para retê-lo? Esta retenção será o fruto colhido do bom atendimento que ele receber. Para reter clientes é preciso deixa-los satisfeitos e a qualidade no atendimento é fundamental para isto. A organização que preza por qualidade no atendimento e treina seu pessoal para isso, será lembrada pelos seus clientes e ainda farão a famosa e boa propaganda boca a boca.

Gestão em saúde e segurança alimentar

Postado por geovani em 11/nov/2016 - Sem Comentários

Passamos boa parte do tempo no ambiente de trabalho. Ter um ambiente seguro, limpo e com conforto é fundamental para o desenvolvimento do trabalhador.
Muitas empresas estão transformando suas culturas e aderindo a gestão de saúde e segurança no trabalho como estratégia de gestão de riscos, para saber lidar com as mudanças na legislação que protege os colaboradores de empresas. Estar em um ambiente de trabalho em bom estado pode evitar muitos transtornos com colaboradores.
Um ambiente de trabalho de qualidade, ajuda no rendimento do colaborar e evita atestados, já que raramente o colaborador vira a ter problemas de saúde. E isso tudo, além de ser benévolo para o trabalhador, também é para a empresa que vem a dobrar a produtividade.

Turismo e gastronomia: uma viagem pelos sabores do mundo

Postado por geovani em 09/nov/2016 - Sem Comentários

Diversidade, sabores e culturas

diversidade-sabores-culturas

O turismo e a gastronomia selaram sua relação ao longo do século XX, quando o hábito de viajar incorporou-se no período de descanso. As férias e os meios de transporte mais eficientes fizeram com que os deslocamentos se tornassem comuns, resultando em um intenso fluxo de pessoas, circulando de um lado a outro.

Nesse ir e vir mais freqüente, o contato com novas paisagens, culturas e sabores despertou interesses variados em torno do evento turístico, e assim foi que a gastronomia ganhou lugar, sobretudo ao atrair um segmento de viajantes interessados em estimular seus sentidos através da experimentação da cozinha do Outro. Embora já fosse prática anteriormente, Culinary Tourism ou turismo culinário (também gastronômico) adquiriria essa nomenclatura somente no final dos anos 1990 (Long, 2004). O que mudou, a partir de então, foi a importância atribuída à gastronomia na viagem, sempre uma forma de experiência de contato com a diversidade cultural.

Conhecer pratos, ingredientes, comprar produtos, levá-los para casa… No retorno, a memória é cultivada em torno de imagens e sabores, preferencialmente compartilhados entre familiares e amigos, ressaltando a abertura ao novo e o contraste entre as práticas corriqueiras e aquelas até então desconhecidas, encontradas na viagem. Esse exercício pode ser entendido como uma espécie de manejo estético de códigos culturais, que mostra os limites entre nós e os outros, mas da forma habilidosa que é proporcionada pela comida.

diversidade-sabores-culturas2

A verdadeira comida do lugar

Com a multiplicação de destinos e opções, cresceu a importância de guias e roteiros de viagem. Segundo critérios bem variáveis, eles avaliam, analisam e recomendam passeios, nos mais diversos lugares do planeta, alimentando e sendo alimentados pelas novas imagens da gastronomia. Um exemplo evidente é o Guide Michelin, que, editado desde 1901, a partir dos anos 30 apresenta um formato próximo ao atual, oferecendo um repertório amplo de especialidades culinárias, monumentos e paisagens naturais como elementos determinantes da experiência turística.

Essa perspectiva acerta em cheio o imaginário dos habitantes urbanos, que desejam buscar uma realidade distinta de seu cotidiano. O campo adquire, então, um novo sentido: de rústico passa a romântico, tradicional, verdadeiro. Segundo Csergo (1998), a cozinha regional se difunde ao incorporar e construir uma percepção calcada no terroir, o espaço como definidor de identidade e qualidade à mesa. Não são poucas as regiões que se tornaram mundialmente reconhecidas a partir dessa perspectiva, como é o caso das regiões francesas da Borgonha e da Provença ou, na Itália, a Toscana e a Sicília.

Em casos como esses, segundo Bell e Valentine (1997), a cozinha regional construída a partir da herança cultural dialoga com as fronteiras e identidades territoriais solidificadas no imaginário popular, submetidas, contudo, a novos arranjos. A região é tanto produto da natureza como da cultura, e um poderoso meio de pensar quem somos.

Cozinhas regionais sempre existiram, mas algo mudou em sua interpretação. O deslocamento até a região, degustar in loco a comida de lá é parte dessa nova experiência. Ao voltar para a cidade, também é possível degustar os novos sabores, que podem ser preparados em casa ou consumidos nos restaurantes, embora o descolamento entre espaço e comida diminua a percepção de autenticidade. Território e especificidade culinária passam a dominar a idéia de cozinha regional e se transformam em estímulo aos viajantes, que saem da cidade em busca da verdadeira comida.

 

Turismo e gastronomia, desenvolvimento regional e identidade nacional

Não é de se estranhar que, diante desse fenômeno, cozinhas regionais mais ‘apagadas’ ganhem nova luz, processo que vem sendo observado em países em que há um turismo emergente que viabiliza, desse modo, uma revitalização econômica de áreas menos dinâmicas. Um exemplo recente é a Croácia, que, logo após a guerra de independência, entre 1990-1995, engajou-se em um projeto turístico de amplo espectro, em que um dos eixos fundamentais consistia em revitalizar cozinhas locais e apresentá-las ao turismo. E, tal como o projeto turístico desenvolvido na Croácia, vários outros casos, como as experiências da Bulgária, da Nova Zelândia, da África do Sul, do México, bem como da Argentina, poderiam ser mencionados como exemplos de emprego de turismo aliado à gastronomia como caminho para a revitalização econômica de certas regiões.

O Brasil ainda engatinha nesse segmento. Há uma grande variedade de cozinhas regionais, mas unir essas diferenças não necessariamente implica em mostrar o que define a cozinha brasileira, especialmente no sentido de um emblema.

Embora tenha força em nosso imaginário a idéia de mistura e convivência com a diversidade, sendo comumente ressaltadas as contribuições do negro, do índio e do português, bem como o convívio das distintas cozinhas herdadas de um sem número de imigrantes, a percepção de uma imagem de cozinha brasileira ainda não está clara.

Pode-se dizer que algo semelhante ocorreu no México. Naquele País, apesar da enorme variedade de sabores provenientes dos vários grupos que compõem a população local, apenas alguns elementos foram realçados, enquanto que muitos foram descartados no processo que instituiu a cozinha nacional, um projeto com articulações muito mais amplas do que um elenco de pratos e receitas tradicionais particulares de uma região.

Esse processo nos lembra que estamos diante de duas diferentes perspectivas. Uma é a necessidade de aprofundar o conhecimento em torno das particularidades das cozinhas regionais, sua relação com o espaço e comunidades. São estudos com esse foco que irão permitir entender as dinâmicas culturais locais e sua articulação com o plano nacional. Outro aspecto diz respeito à construção de um emblema e de seu uso para explorar um viés comercial, de modo a oferecer um produto turístico. O símbolo, como no caso de alguns países, pode até ser decorrente da crescente força do turismo. Mas permanece em aberto o debate: O que define a culinária brasileira? Há turismo gastronômico no Brasil? São questões ainda não respondidas.